Projeto Aurora

O jogo se baseia na ideia de Retirar e Restaurar, os princípios básicos tanto da história quanto da mecânica  narra este tipo de situação em diversos aspectos, inclusive o equilíbrio entre eles.

Décadas atrás uma chuva de meteoros trouxe uma entidade viva, microscopia. A princípio foi confundida com um vírus que estava devorando as pessoas, mas logo foi identificado como um ser vivo uma espécie de parasita, que na verdade se tratava de um simbionte. No início foi tratado como uma doença, depois que descoberto as vantagens da infecção por um simbionte, logo as vantagens se tornaram armas. Essa vantagem foi utilizada para uma grande guerra, que levou a uma redução populacional e o abandono da sociedade como conhecemos.

A guerra teve fim, assim que não houve mais “escolhidos” e “rejeitados, todos foram agraciados com a evolução humana, o simbionte. A sociedade evoluiu em troca de sua humanidade, uma década de paz, e ajuda evolutiva, se cria a cidade de Aurora, que ascende aos céus. Tudo é perfeito. Toda energia que antes utilizavam, elétrica, mecânica, pressão, combustível, movimento, agora é substituído pela bioenergia dos simbiontes, praticamente energia sem fim.

Até que tudo misteriosamente acaba, de alguma forma toda a forma simbiôntica entra em hibernação. Toda tecnologia evolutiva dos últimos anos está desativada, inativa, e ninguém sabe porquê. Mas um homem fora da cidade ainda possui energia.